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Esperança! farmacêutica norte-americana anuncia que vacina contra Covid-19 se mostrou segura em testes

Pesquisa: ações da Moderna subiram mais de 30% com resultados de vacina contra coronavírus. (iStock/Getty Images) A empresa de biotecnol...

Pesquisa: ações da Moderna subiram mais de 30% com resultados de vacina contra coronavírus. (iStock/Getty Images)
A empresa de biotecnologia americana Moderna anunciou na manhã desta segunda-feira (18) que os testes de sua potencial vacina contra o coronavírus foram bem-sucedidos em humanos.

A empresa afirma que o corpo de todos os pacientes que receberam a dose produziu anticorpos contra o SARS-CoV-2, nome oficial do novo coronavírus que provoca a doença covid-19, duas semanas após a primeira aplicação

O teste foi preliminar e feito com 45 voluntários. Segundo a Moderna, um dos focos foi a segurança dos pacientes. O teste também não confirma, por ora, que pessoas que tenham tomado a vacina fiquem imunes contra o vírus, o que é o objetivo primordial de uma vacina.

De acordo com a Moderna, apenas três pacientes apresentaram sintomas sistêmicos um pouco mais graves, classificados de “nível 3”, incluindo fadiga, febre leve, dores musculares ou dores de cabeça.
Em todos esses casos, os efeitos se dissiparam dentro de um dia. Os efeitos também só se manifestaram após a segunda aplicação.

Com resultados positivos, os pesquisadores agora vão avançar para a segunda etapa dos testes. Nesta fase, a vacina será aplicada em 600 voluntários saudáveis, e os pesquisadores esperam obter resultados mais aprofundados sobre a segurança.

Em caso de mais resultados positivos, os cientistas poderão avançar à fase final, realizado com uma amostragem estatisticamente relevante, que atestará de forma conclusiva se a vacina é ou não eficaz. A previsão da Moderna é que essa etapa final de testes deve acontecer a partir de julho.

Em todo o mundo, há mais de 100 vacinas e 200 remédios contra a covid-19 em fase de testes. Ao menos outros dois protótipos de vacina se mostraram promissores: uma vacina em parceria entre a Pfizer e a New York University (NYU) e outra da Universidade de Oxford, com apoio do governo britânico.

Ambas já começaram a ser testadas em humanos e também têm o objetivo de estarem disponíveis de forma emergencial no segundo semestre.