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Com aumento de casos e mortes, Bolsonaro pede para Teich "falar mais" sobre a Covid-19

Jair Bolsonaro e o ministro da Saúde, Nelson Teich. Foto: Jorge William O Ministério da Saúde informou que o Brasil registrou nesta qu...

Jair Bolsonaro e o ministro da Saúde, Nelson Teich. Foto: Jorge William

O Ministério da Saúde informou que o Brasil registrou nesta quarta-feira (6), recorde tanto de novos casos de coronavírus, com a contabilização de mais 10.503 infecções, quanto de mortes em decorrência da Covid-19.

Com o avanço da pandemia, parece que o Governo Federal está vendo com outros olhos a situação da doença no país. Nesta quarta-feira o ministro falou pela primeira vez sobre a possível aplicação de bloqueios completos, os chamados lockdowns, como ferramenta para conter o coronavírus.

Teich, afirmou que o lockdown –fechamento completo de atividades de uma cidade, exceto serviços essenciais, será uma ferramenta importante em locais com situação “muito difícil” do novo coronavírus.

"A gente vê que não estamos entrando numa descendente", disse. "Número fala por si só, a gente não está tendo uma linha de queda", reforçou.

O ministro também afirmou que recebeu um pedido do presidente Jair Bolsonaro para "falar um pouco mais" sobre a Covid-19 para a população, diante da curva de casos que se mantém em crescimento, com novos recordes de registros de casos e mortes.

"Conversando com o presidente ontem ele disse que deveria falar um pouco mais sobre a doença. Intensificar essa comunicação é importante", disse o ministro em entrevista coletiva no Palácio do Planalto.

“Simplesmente, eu estou seguindo uma sugestão que ele [Bolsonaro] deu, e a gente vai fazer isso aí. Porque a gente tem coisas no site, a gente tem orientações, mas, intensificar essa comunicação, acho que realmente vai ser importante”, disse o ministro da Saúde.

O ministro afirmou que a campanha não vai demorar para ser lançada, mas adiantou que não vai ser nos próximos dias. "Não quero me comprometer com uma data exata", disse.

Segundo o ministro, a curva de contaminação não está caindo em relação às mortes. "Então a gente vai ter que prestar atenção nisso e intensificar um pouco mais a nossa comunicação com a sociedade.

REUTERS