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Representante do Comitê do Rio Canoinhas fala sobre estudo das Bacias Hidrográficas

Empresa contratada não demostrou organização e sequência nos estudos nem elaboração de um plano para as bacias. Foto: Arquivo Respondend...

Empresa contratada não demostrou organização e sequência nos estudos nem elaboração de um plano para as bacias. Foto: Arquivo
Respondendo a solicitação da vereadora Norma Pereira, fez uso da Tribuna Livre na Câmara de Vereadores na última terça-feira (15), Donato João Noernberg , secretário executivo do Comitê de Gerenciamento Bacia Hidrográfica do Rio Canoinhas.

Norma havia solicitado explicações sobre o andamento da elaboração do plano de Bacias do Comitê do Rio Canoinhas e afluentes Rio Negro, contrato com a empresa Universidade do Vale do Itajaí  (Univali) e demais assuntos de interesse da nossa região.

Noernberg  explicou quais entidades que fazem a gestão, planos de bacias dos rios na região, entidades que fazem parte da bacia e dos comitês (que são mais de 50) e da  situação do estudo das bacias pertencentes a nossa região.

Relatou sobre o contrato da Univali de Itajaí, vencedora do processo de edital público, para execução do  plano regional e que vários outros comitês já tem ou estão elaborando os planos. 

—O processo de estudo e contratação começou em 2017, com recursos da Fapesc, onde já foram gastos quase R$1.600.000,00 (hum milhão e seiscentos mil reais) para a realização. Somente em maio de 2018 iniciaram-se os estudos, e já nos preocupou esse atraso — comentou Noernberg. 

Foram cinco etapas para elaboração do plano:

A- como iria acontecer a execução do projeto, plano de trabalho;
B - o envolvimento da comunidade;
C - diagnostico das bacias, recursos hídricos;
D - prognóstico, previsão, perspectiva hídricas para o futuro;
E - o plano propriamente dito, as ações, os projetos, os programas, por exemplo se tivéssemos a necessidade de armazenamento de água na nossa bacia como iriamos fazer, que tipo de ação iriamos fazer, isso e outros.

—Algumas etapas foram realizadas com sucesso, porém no meio do caminho alguns problemas apareceram. Chamamos a atenção, mas não adiantou. Prometeram que durante o plano iriam corrigir, diz Noemerg. 

—O problema maior foi na etapa C. Precisamos de bons dados, mas a decepção foi grande. Um relatório de mais de quinhentas páginas, documentos em desconformidades, mapas elaborados de maneira equivocada, detectamos claramente que não havia uma articulação entre as equipes técnicas que estavam elaborando o plano, em determinado momento era questionado alguns assuntos e os técnicos da Univali não tinham respostas — pontuou ele.

Um dos assuntos que priorizamos na pesquisa era sobre o xisto, a empresa informou em relatório a pesquisa sobre o assunto com três linhas” esclareceu Donato, a pesquisa não agradou, o produto não atendeu nossas necessidades, agora vamos aguardar um novo trabalho contratando um técnico especialista em hidrologia, onde foram lev, com alguns argumentos, esperamos que até o final do ano possamos aproveitar o saldo que ainda temos para contratar uma nova universidade para concluirmos os estudos".

Donato Noemberg finalizou dizendo que: “sentimos muito em trazer essas informações aos vereadores e a comunidade, esperamos futuramente trazer um bom plano e bem elaborado, não queremos um plano de gaveta”.