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Canoinhense é destaque na arbitragem de futsal em Santa Catarina

Roseliane Tibes Souza é árbitra do quadro da Federação Catarinense de Futebol de Salão. Foto: Heron Queiroz A professora da Fundação Mu...

Roseliane Tibes Souza é árbitra do quadro da Federação Catarinense de Futebol de Salão. Foto: Heron Queiroz
A professora da Fundação Municipal de Esportes e Lazer de Canoinhas, Roseliane Tibes Souza, de 28 anos, foi destaque por sua sua atuação de arbitragem, em matéria publicada pela Fundação Catarinense de Esporte (FESPORTE), no último domingo (6).

Nos últimos anos, a mulher vem quebrando barreiras e conquistando seu espaço em atividades que antes eram vistas essencialmente como masculinas.

Um dos setores em que mais cresce o espaço feminino é o esportivo, sejam atletas, árbitras, comentaristas ou narradoras, em especial, no futebol, que ainda carrega um espírito tradicionalmente machista.

E esses são desafios que mulheres como Daiane Bellaver Pereira e a canoinhense Roseliane Tibes Souza, árbitras de futsal, têm enfrentado no início da carreira e terão de superar para conquistarem seus sonhos.

Roseliane (E) e Daiane superam preconceitos e mostram a força feminina na arbitragem do futsal. Foto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte

E como todo árbitro, Daiane e Rose sonham em chegar ao mais alto degrau da arbitragem. Para isso, elas trabalham duro: treinam diariamente, estudam e praticam ao máximo, além de investir na carreira com acompanhamento médico e nutricionista. 

Ambas começaram atuando como jogadoras. Daiane e Rose atuaram na partida de futsal masculino entre Piçarras e São Francisco do Sul, na etapa regional dos Jasc.

É um erro achar que, porque somos mulheres, devemos atuar somente em jogos femininos. Atuamos com as mesmas regras e somos qualificadas para atuar em qualquer jogo de futsal. A mulher busca seu espaço e tem de ter a oportunidade de mostrar que é capaz — disse a canoinhense Roseliane, árbitra do quadro da Federação Catarinense de Futebol de Salão.

Nossa margem de erro deve ser sempre menor do que a dos homens”, observou Rose. “Se um homem erra, ele cometeu uma falha; se a mulher erra, é uma despreparada. Por trás desse uniforme tem um ser humano”, completou Daiane.

O quadro da FCFS conta atualmente com um pouco mais de 100 árbitros, dos quais, 10 são mulheres, ou seja, uma proporção inferior a 10%. 

Mas, apesar disso, a dupla de árbitras tem arbitrado em jogos com importância cada vez mais elevada, chegando, nos mais recentes eventos da Fesporte, a apitar em finais de futsal, com atuações com destaques bastante positivos, mostrando que lugar de mulher pode ser também na quadra, com apito e com toda autoridade que merece.

Texto: Heron Queiroz/Ascom/Fesporte