Vítima do ataque em igreja de Campinas era de Porto União

O garçom Cristofer Gonçalves dos Santos, de 38 anos, foi a primeira vítima do atirador que entrou na Catedral Metropolitana de Campinas (SP) e fez mais de 20 disparos de pistola, na última terça-feira (11).

Cristofer era natural de Porto União, e há cerca de quinze anos foi morar na região de Campinas, em São Paulo.




De acordo com o jornal O Globo, a mãe e a irmã de Cristofer ainda moram na cidade catarinense e não conseguiram ir ao sepultamento na tarde desta quarta-feira (12) no Cemitério dos Amarais, na cidade em que ocorreu a tragédia.

O atirador, de 49 anos, entrou na Catedral durante uma missa, e minutos depois iniciou os disparos/Divulgação

Um familiar informou que Cristofer  entrava na Catedral sempre que ia ao centro de Campinas. Ele não tinha mulher nem filhos.

As outras vítimas

José Eudes Gonzaga Ferreira, 68 anos, foi outras das vítimas do ataque. A mulher de José, Maria de Fátima, foi atingida na perna dentro da catedral.

O mecânico eletricista Sidnei Vitor Monteiro, de 39 anos, foi à missa das 12h15min da Catedral para encontrar a mãe, Jandira, como fazia todo mês. Os dois foram atingidos, mas a mãe sobreviveu.

O aposentado Elpídio Alves Coutinho, de 68 anos, cuidava da pequena igreja de São Domingos, em Monte Mor-SP. Na terça-feira (11), de passagem por Campinas, ele e a mulher foram fazer uma oração na catedral da cidade. Elpídio foi atingido por um único tiro. 

Na tarde desta quarta-feira (12), o idoso de 84 anos que estava internado em estado grave após ter sido baleado no tórax e no abdômen, faleceu no hospital. Com isso, sobe para cinco o número de vítimas fatais. 

O atirador,  Euler Fernando Grandolpho, de 49 anos, atirou na própria cabeça assim que a polícia entrou na Catedral.

A motivação para os crimes está sendo investigada.