Vereadora diz que é possível sim transmitir licitações municipais ao vivo

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Vereadora afirma que é necessário apenas um equipamento e um profissional que saiba manusear a câmera/Divulgação
A vereador Camila Lima (MDB), em sessão ocorrida no último dia 9, disse que "é possível sim, realizar transmissões ao vivo de licitações municipais”.

A afirmação foi feita após Camila ter recebido ofício do Poder Executivo Municipal em resposta a projeto de lei criado sobre a transparência para licitações, com filmagens ao vivo, que foi vetado devido aos gastos.




No documento é explicado que as licitações do município não são transmitidas ao vivo pelo fato de não existir estrutura física adequadas para a transmissão. Para as transmissões teria que ser disponibilizado um espaço físico com revestimento acústico e um profissional com conhecimento técnico.

Mas eu acredito que no espaço já utilizado seria viável para fazer essas transmissões, necessitando apenas de um equipamento e um profissional que saiba manusear a câmera”, justificou.
Camila também lembrou que o espaço físico da Câmara de Vereadores não possuí revestimento acústico e mesmo assim faz transmissão ao vivo de todas as sessões.

Camila justificou que os custos para colocar em prática as transmissões sairiam em torno de R$ 3 mil conforme pesquisa realizada por ela própria.

A vereadora admite que é um custo até elevado, "mas com certeza não é tão elevado quanto alguns cargos comissionados e alguns gastos pela prefeitura e não mencionados".

No documento encaminhado pela prefeitura, foi justificado que todas as licitações realizadas, são filmadas e os arquivos ficam disponíveis para todos os interessados por sete dias, mas é necessário efetuar requisição ao setor responsável para que seja disponibilizado por pendrive, CD ou por e-mail.

“É possível sim realizar as transmissões ao vivo de licitações. Eu já trabalhei na imprensa da prefeitura e acredito ser possível de realizar essa ação, talvez até com ferramentas gratuitas
”, enfatizou.
Infelizmente a prefeitura não quer dar a devida transparência para as licitações”, concluiu Camila.