Brasil, abençoado por Deus e bonito por natureza, mas que beleza. Beleza?


Sim, eu moro em um país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza, mas a beleza para por aí.
O Brasil é um país profundamente desigual e a desigualdade gritante se dá em todos os níveis. Não pode haver beleza onde há quase *12 milhões de analfabetos.

Onde *50 milhões de pessoas vivem na linha da pobreza e dentre estas, *13 milhões vivem em extrema pobreza. (*dados do IBGE 2017).
Não há beleza para os mais de 13 milhões de desempregados.

Mas talvez o maior mal que nos atinge é a corrupção política, a ganância e a impunidade.
Nossos hospitais estão sucateados, o professor desvalorizado, o preconceito escancarado e o poder do crime organizado se faz presente em todos os Estados.

Como mudar isso? fazendo a escolha certa. E qual é a certa? Existem problemas morais relevantes para a decisão. 



O caráter é uma questão política legítima, especialmente em um presidente. No entanto, o caráter presidencial não significa simples firmeza e coerência de atitudes.

O foco deve estar nas principais morais - a moral do poder político afeta milhões de pessoas.  A escolha do próximo presidente pode destruir ou promover nosso país.

Pense com sua cabeça, não com a dos outros

O atual desespero político quer realmente despertar sua atenção racional. Mas esse é um desafio difícil para os candidatos e jornalistas. Evidências são claras de que a opinião pública nos dias de hoje é deprimente.

O maior perigo das eleições deste ano são as fake news, levada em nossos cérebros por propaganda, induzindo os eleitores a olhar para as estrelas em vez de para as cobras.

Notícias sobre candidatos presidenciais estão sendo relatadas por jornalistas inteligentes e ambiciosos. Mas eles podem fazer isso enganando.

Isso significa que nosso trabalho como eleitores é olhar para além das notícias publicadas e das batalhas da campanha e tomar uma decisão com base em como achamos que eles vão se apresentar na realidade.
A decisão deveria ser fácil. Mas não é.



Cabe aqui uma frase de Voltaire: “Deus é um comediante que toca para um público com medo de rir”. É exatamente isso que está acontecendo no momento. Estamos com medo. Mas precisamos decidir.
O futuro está realmente em nossas mãos. Pelo voto.

O que esperamos do próximo presidente

Em nossa imaginação, vislumbramos um executivo-chefe cognitivo e emocionalmente inteligente, que também seja um comunicador público inspirador, um organizador e detentor de habilidades e visões políticas excepcionais

No mundo real, a imperfeição humana é inevitável, mas algumas imperfeições são mais incapacitantes do que outras.

Um nível mínimo de habilidade política é uma pré-condição da eficácia presidencial.  A grande capacidade política, por vezes, deriva de emoções.

Cuidado com o candidato presidencial que carece de inteligência emocional. Na sua ausência, todo o resto pode transformar-se em cinzas.
Onde muito se fala, pouco se faz! Vote consciente.