Médicos alertam sobre superbactéria transmitida sexualmente

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Doença sexualmente transmissível pouco conhecida se alastra e alarma médicos por resistência a antibióticos

Uma infecção sexualmente transmissível pouco conhecida pode se transformar em uma superbactéria resistente a tratamentos com antibióticos mais conhecidos, segundo um alerta feito por especialistas europeus.
A contaminação da Mycoplasma genitalium (MG) ocorre em relações sexuais sem o uso de preservativo.

Por ser uma doença ainda pouco conhecida, nem sempre há testes para diagnóstico preciso e também medicamentos específicos. 


Um estudo divulgado pela Associação Britânica de Saúde Sexual e HIV  alerta que, se medidas urgentes não forem tomadas, a MG pode se tornar uma “superbactéria” em dez anos. Atualmente, uma em cada 100 pessoas infectadas pode não responder ao tratamento.

O uso de camisinha é o principal meio de prevenção.

Características

No caso do homem, provoca ardência ao urinar e secreção, além de inflamação dos órgãos internos.
Nas mulheres, a superbactéria provoca dor ao urinar, inflamação de órgãos internos, secreção e infertilidade, em situações mais graves.

De acordo com especialistas, homens e mulheres correm risco de serem contaminados pela MG quando fazem sexo desprotegido, no caso, sem o uso de preservativo. 
A contaminação pode ocorrer por via oral, vaginal e anal.

Fonte: Agência Brasil