Bombeira morre após incêndio causado por curto circuito em celular, no RS

Compartilhe:
Morreu na madrugada desta quinta-feira (19), a Bombeira Voluntária e socorrista Gislene Martins Goulart, de 34 anos. Ela estava há 17 dias internada na ala de queimados de um hospital em Porto Alegre/RS.

Gislene teve cerca de 90% do corpo queimado após incêndio no apartamento onde morava, em Gravataí/RS, no último dia 02 de abril.
De acordo com informações dos Bombeiros, a causa do incêndio pode ter sido um curto enquanto carregava seu celular sobre a cama. Gislene estava dormindo quando o fogo começou.

Gislene teria dormido com o celular carregando sobre a cama/Divulgação
Ela sofreu queimaduras de terceiro grau em praticamente todo o corpo e em decorrência do fogo e fumaça também teve seu sistema respiratório comprometido. O quarto onde ela estava ficou destruído.

Não há informações se o carregador utilizado era um original da marca do telefone ou um genérico. 
Pela internet não e difícil encontrar diversos alertas sobre os carregadores genéricos. Segundo especialistas, eles não possuem dispositivos de segurança que impeçam o superaquecimento e até mesmo um curto-circuito.

Gislene atuava no Grupo Bombeiro Voluntário de Eldorado do Sul e no Grupo de Resgate e Apoio Voluntário de Emergência de Cachoeirinha, ambos no Rio Grande do Sul.  Ela também era bombeira voluntária no Corpo de Bombeiros de Cachoeirinha.

Incêndio destrói casa. Fogo começou em carregador de celular, diz bombeiro

Um curto circuito em um carregador de celular deu início a um incêndio que destruiu uma casa, na cidade de São José dos Campos/SP, no último dia 30.

O incêndio começou de madrugada. As moradoras acordaram com o cheiro de fumaça e perceberam a tomada em chamas - no local um aparelho celular era carregado.

Incêndio começou na tomada onde estava o carregador/Divulgação
Uma das moradoras conseguiu sair do imóvel e acionar os bombeiros.
Foram cerca de 2 horas para conter as chamas, que destruiu quatro cômodos da casa. As duas mulheres foram atendidas no local pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e liberadas.