Padrasto pega 25 anos de prisão por asfixiar bebê de 10 meses, em Santa Catarina

Um júri popular nesta quinta-feira (15), condenou Luan Loch Carlota a 25 anos, 5 meses e 23 dias de prisão em regime inicialmente fechado por matar a enteada, Mariah Della Giustina Gonçalves, de 10 meses. O julgamento ocorreu em São Ludgero, no sul catarinense.

A criança foi morta por volta das 10h30 de 25 de fevereiro do ano passado, enquanto o padrasto cuidava dela em casa, em Braço do Norte, também sul do estado.
A mãe estava trabalhando em um salão de beleza. Luan tinha 21 anos na época do crime.

Luan Loch Carlota asfixiou o bebê na manhã do dia 25 de fevereiro de 2017. No dia seguinte ele foi levado à delegacia ainda durante o velório e confessou o crime.
Imagem: Jessica Dias / Jornal Destaque
De acordo com a Vara Criminal de Braço do Norte, o réu foi condenado por homicídio qualificado por motivo fútil e meio cruel, com agravante de pena pela vítima ser menor de 14 anos.
Segundo a Polícia Civil, a menina morreu por asfixia. Imagem: Facebook/Reprodução
Também foi condenado por submeter a vítima a intenso sofrimento físico de forma a caracterizar o crime de tortura. Houve aumenta da pena pela agressão ter sido feita contra uma criança.

Investigação

Na época do crime, o delegado responsável pela investigação, William Cesar Sales, contou que o acusado relatou que a criança estava chorando muito e que ele não dormia havia algumas noites por causa disso, então ele cometeu o crime.

O IML (Instituto Médico Legal) apontou que a morte foi ocasionada por um bloqueio da respiração de forma externa, por conta das marcas de pressão que ficaram no rosto da vítima. 

O padrasto e a mãe da menina foram detidos no velório de Mariah poucas horas depois do crime. A mãe, porém, foi solta horas depois.

Com informações do G1/SC