Empresa Mili S.A tem intenção de ampliar seu parque industrial em Três Barras

A intenção da empresa Mili S.A em ampliar seu parque industrial em Três Barras foi um dos temas da reunião entre comitiva do município e o governador Raimundo Colombo, que aconteceu no Palácio da Agronômica, em Florianópolis, no último dia 26.

Acompanhados do prefeito Luiz Shimoguiri, o sócio-fundador e presidente Valdemar Lissoni e o diretor Daniel Signori, explanaram sobre a estruturação da fábrica local e a produção de artigos como papel higiênico, toalhas, guardanapos, fraldas e lenços umedecidos, que fazem da Mili uma das maiores e mais premiadas empresas brasileiras no ramo de papel e celulose.

Uma das etapas do projeto de expansão e modernização de suas fábricas, o investimento em Três Barras deve criar mais 600 novas vagas de trabalho, fora os mais de 1,4 mil empregos já gerados pela empresa de forma direta e indireta.

Mili quer expandir seu parque industrial em Três Barras
Mili - Unidade de Três Barras/Reprodução
Para poderem colocar em prática o projeto de ampliação à curto prazo, os representantes da Mili solicitaram, ao governador, incentivos nos mesmos moldes daqueles já recebidos pela empresa em investimentos realizados anteriormente.

Colombo se mostrou sensível ao pleito, colocando a estrutura governamental à disposição dos diretores para novas tratativas. Nos próximos dias, equipes técnicas da empresa e do Governo do Estado devem se reunir para detalhar e estudar, em conjunto, a abrangência do investimento para a região.

Comitiva do município sendo recebida pelo governador Raimundo Colombo/Divulgação
Ao falar sobre o investimento, Shimoguiri disse que a expansão é importante não só por aumentar a receita do município, mas também pelos novos empregos que irá gerar. “É fundamental para o desenvolvimento local e regional”, garantiu.

Em sua argumentação junto ao governador, o prefeito ainda afirmou que os incentivos fiscal e tributário aos complexos industriais já radicados em Santa Catarina é uma forma de mantê-los faturando e investindo no Estado.
“Não podemos deixar nossas empresas serem atraídas por outras regiões brasileiras, em razão de benefícios que os governos já oferecem”, concluiu.