Lotes de paracetamol e amoxicilina são suspensos e recolhidos pela ANVISA

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária recolheu lotes de três medicamentos por problemas na qualidade ou no processo de fabricação das drogas.

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Entre os três remédios, dois deles contém os populares princípios ativos: paracetamol e amoxilina. A medida foi publicada nesta quarta-feira (30) no Diário Oficial da União.

De acordo com a agência, a determinação vale apenas para os produtos e laboratórios citados na resolução. 

Entre eles está o lote 0130/16 do Paracetamol solução oral 200 mg/mL , produzido pelo laboratório Hipolabor Farmacêutica Ltda.

Ainda segundo a Anvisa, o medicamento, utilizado para a redução da dor e febre em gripes, foi suspenso depois que o Laboratório Central de Saúde do Governo de Santa Catarina identificou um material sólido na solução, que deveria ser totalmente líquida. 
Mesmo tendo sido classificado como caso de baixo risco, a ação, preventiva, indica a não utilização.

O laboratório Hipolabor informou que já retirou o medicamento do mercado, mas não comentou a decisão da Anvisa.

Amoxilina


No caso da droga que tem como principio ativo a amoxilina , usada para tratar infecções nas vias respiratórias, todos os lotes do Amoxil BD (amoxicilina tri-idratada), que está em nome da Glaxosmithkline Brasil nas embalagens de 200mg/5mL Pó suspensão oral X 100ml e 400mg/5ml Pó Suspensão Oral x 100ml estão suspensos.

Sendo assim, o fabricante mudou a forma de fabricação do princípio ativo do medicamento. Com isso, a Anvisa precisará realizar autorização prévia para garantir que a mudança não altere o funcionamento do medicamento no organismo e o tratamento dos pacientes.

Já o lote 15L20A do Sulfametoxazol + Trimetoprima 800 + 160mg, do fabricante Prati Donadduzzi & Cia Ltda, que também foi suspenso, precisou ser recolhido porque o Instituto Adolfo Lutz, de São Paulo, identificou problemas na análise visual do produto que identifica se a forma, cor, textura e aspecto geral estão de acordo com o padrão do medicamento em questão.

Fonte: Saúde/iG