Assunto polêmico. Igualdade para homens e mulheres nas baladas já está valendo

Começou a valer no sábado (05), a proibição de cobrança de valores de ingressos diferentes para homens e mulheres em bares, restaurantes e casas noturnas. A medida foi elaborada pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), órgão ligado ao Ministério da Justiça, no mês passado.

Veja o que disse um consumidor entrevistado sobre o assunto, Sr. Roberto Casali Junior: “Eles abaixam o preço para mulher porque a maior parte dos homens héteros vai querer ir. Fazem a mulher de produto, fazem o homem de trouxa para que ele pague o maior valor possível para eles ganharem mais dinheiro com isso”.

Homens e mulheres terão que pagar valor igual em bares, restaurantes e casas noturnas.
Veja que diz um trecho da nota técnica emitida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública:


"Não existe relação lógica entre o sexo feminino e a isenção do pagamento de entrada ou entre a concessão de desconto.

Trata-se de estratégia de marketing, que visa a atrair maior público, mas configura prática comercial abusiva, porquanto a própria Constituição Federal veda distinções que levem em consideração o sexo, ressalvando as hipóteses em que as discriminações são lícitas no seu próprio bojo.
Na verdade, o ônus da não cobrança da entrada ou do desconto concedido às mulheres está sendo repassado aos homens, que acabam pagando por elas.
Não existe justificativa jurídica para essa prática. Muito ao contrário, a Constituição Federal veda-a expressamente.”

Estabelecimentos como bares, restaurantes e casas noturnas tinham um mês para se adequarem.
A medida segue gerando debates no setor de entretenimento e lazer.

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