Acusados do assasinato de Loir Dreveck irão a júri popular

Depois de três dias, teve fim, por volta das 22h00m de sexta-feira (30), a audiência com os acusados de envolvimento no assassinato do prefeito eleito de Piên, Loir Dreveck e de Genésio de Almeida, morto "por engano".

Ex-prefeito de Piên Gilberto Dranka (de azul) e o ex-presidente da Câmara de Vereadores Leonides Maahs (de branco) durante a prisão, em janeiro de 2017
A Vara Criminal de Rio Negro decidiu que o ex-prefeito de Piên Gilberto Dranka (PSD) e o ex-presidente da Câmara de Vereadores da cidade Leonides Maahs (PR) devem ir a júri popular para responder pela morte do prefeito eleito Loir Dreveck (PMDB) e de Genésio de Almeida. Eles são acusados de associação criminosa e homicídio qualificado.

Gilberto Dranka e Leonides Maahs acompanharam todas as audiências, que tiveram início  na quarta-feira ( 28 de junho) e foram ouvidos na sexta-feira (30), no Fórum de Rio Negro.

A irmã de Loir, Rosilda Dreveck, acompanhou as oitivas nesta tarde e, em entrevista ao Jornal O Repórter, afirmou que foi muito difícil. “Foi uma batalha e a gente até fica com medo de que eles consigam um habeas corpus, que eles saíam da prisão. Porque estão alegando que não tem mais comoção popular e que não representam mais perigo pra sociedade”, afirma Rosilda.

Ela ainda diz que há um certo medo, porque, segundo ela, algumas pessoas estão tentando “usar de artifícios ilegais para tentar tirar os acusados da cadeia”, contou.

Os réus devem permanecer em prisão preventiva até a realização do júri. A defesa pode recorrer da decisão.

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